1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
Que coisa linda,familia é sempre ótima.
ResponderExcluirQue coisa mais linda...Lembrou minha "vozinha"...
ResponderExcluirDelicioso!
ResponderExcluirBeijos.
ô lindeza
ResponderExcluir=)
ResponderExcluirLindo lindo.
ResponderExcluirBeijo.
Êta que amor!!!
ResponderExcluirBjos, lindona.
isso não tem preço!
ResponderExcluirposso beijar a tonha?
besos