"nunca fui muito vaidosa. nunca tive paciência pra cosméticos. apenas um bom xampu, porque afinal, eu tenho cabelos. mas nunca foi segredo pra ninguém minha vontade de raspá-los."
1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
Mari,
ResponderExcluirCuidado quando escutar "Tesoura do Desejo" do Alceu Valença. Dá última vez que eu escutei ela fiquei careca rs. Caso verídico!
beijos de cá.
E que bom que é assim, perde se muito tempo na vaidade...
ResponderExcluirabraços
"brilha o grampo
ResponderExcluirou ela tem no cabelo
um pirilampo?"
Carlos Seabra
rodrigo esteve aqui.
ResponderExcluirô coisa linda!
ResponderExcluirBjoss
sabe, essa é a vantagem de ser monge.
ResponderExcluirsuave coisa nenhuma...
abçs
Gustavo
Não precisa, você já está careca de saber!
ResponderExcluirvc só ficaria mais linda ainda...rs (como a personagem Rebeca, do livro Cem Anos de Solidão)
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