Olá, Mariana, meu nome é Sidnei e conheci seu blog há alguns meses. Grata surpresa e agora estou atrás de seu livro aqui em São Paulo, sorrindo mesmo antes de lê-lo. Não me surpreendo por que escreve bem, mas por encontrar com certa frequência uma delicadeza insólita nos escritos que vêm de Minas. Conheci uma vez uma Djaíla Martins, belorizontina, que escrevia um surrealismo cheirando a café. Não é o teu caso,claro, mas me surpreende sempre esse frescor de discernimento poético que às vezes explode por aí. Abraço, Sidnei Xavier
Ei menina... fazia um tempo que não vinha aqui. Coisas mesmo da vida corrida. Mas voltei (o link por seu blog permanece no meu) e achei essa preciosidade...
Feliz por ler de novo você. Qualquer dia vá me visitar para um dedo de prosa e um cafezinho:
1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
um sonho bom?
ResponderExcluirVoce me surpreende a cada dia...
ResponderExcluirBjos, Nana.
Simples...E mais que simples...
ResponderExcluirE lindo é...
visite Proteus...
sempre impedindo-nos de pensar o corriqueiro.
ResponderExcluirOi Adorei o seu texto, passe lá no meu blog de textos, até mais, beijo.
ResponderExcluiruma mulher que não conheço, sem saber, me deu de presente o seu verso. agradeço a ela e a você. um bom ano e novo.
ResponderExcluirhuauuuuuuuuuuuuuuuuuuu
ResponderExcluiramei!!!!
feliz ano novo procê, viu?
tu escrivinha pra k7!!!!!
bjssssssssssssssss
fá
Olá, Mariana, meu nome é Sidnei e conheci seu blog há alguns meses. Grata surpresa e agora estou atrás de seu livro aqui em São Paulo, sorrindo mesmo antes de lê-lo. Não me surpreendo por que escreve bem, mas por encontrar com certa frequência uma delicadeza insólita nos escritos que vêm de Minas. Conheci uma vez uma Djaíla Martins, belorizontina, que escrevia um surrealismo cheirando a café. Não é o teu caso,claro, mas me surpreende sempre esse frescor de discernimento poético que às vezes explode por aí.
ResponderExcluirAbraço,
Sidnei Xavier
o que será que tem nesse pensamento?
ResponderExcluirEi menina... fazia um tempo que não vinha aqui. Coisas mesmo da vida corrida. Mas voltei (o link por seu blog permanece no meu) e achei essa preciosidade...
ResponderExcluirFeliz por ler de novo você.
Qualquer dia vá me visitar para um dedo de prosa e um cafezinho:
www.maritiscate.blogspot.com
Abraços