quando eu escrever o livro com o meu nome
e o nome que eu vou por nele, cou com ele a uma igreja,
a uma lápide, a um descampado,
para chorar, chorar e chorar
requintada e esquisita como uma dama.
(adélia prado)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

E que dama...
ResponderExcluirBeijo,
Doce de Lira
Como a delicada e grande dama que só quem se requinta pela poesia sabe ser!
ResponderExcluirVai, Mariana!!!
Quando um "filho" nasce - choro é o símbolo!
E depois, festeje! Muito!
Abraço enorme.
Como sabe ser uma dama essa moça!!!
ResponderExcluirUm beijo.
Adélia!
ResponderExcluirAnn Nothing lhe espera, moça de areia nos pés!
lindo blog, mariana.
ResponderExcluiraqui pode-se ter uma dimensão maior da sua poesia.
voltarei muito.
muitíssimo.
abração do seu colega do pão de queijo das quintas.
r.