quinta-feira, 11 de novembro de 2010

quando eu escrever o livro com o meu nome
e o nome que eu vou por nele, cou com ele a uma igreja,
a uma lápide, a um descampado,
para chorar, chorar e chorar
requintada e esquisita como uma dama.

(adélia prado)

5 comentários:

  1. Como a delicada e grande dama que só quem se requinta pela poesia sabe ser!
    Vai, Mariana!!!
    Quando um "filho" nasce - choro é o símbolo!
    E depois, festeje! Muito!

    Abraço enorme.

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  2. Como sabe ser uma dama essa moça!!!

    Um beijo.

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  3. Adélia!

    Ann Nothing lhe espera, moça de areia nos pés!

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  4. lindo blog, mariana.
    aqui pode-se ter uma dimensão maior da sua poesia.
    voltarei muito.

    muitíssimo.

    abração do seu colega do pão de queijo das quintas.

    r.

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