Olha, Mariana, não sei até que ponto esses poemas tão dolorosos são expressão da sua vida "fora da página" [espero que o mínino possível], mas esses poemas recentes estão maravilhosos.
Mariana, vim segundo a trilha aberta por Katiuscia, lá no facebook.
"é preciso / ir devagar / com os cuidados" também em se tratando de poesia. Para que se abarque cada uma das devidas dimensões do sentir: "tanto", "pequeno", "muito".
Um sorriso inteiro, um peito crivado do profundo e do suave. Suave coisa.
mariana, muita coisa já aconteceu para vc saber que é uma profissional disto. publicações, diversos comentários de gente competente. o que faz o profissional, minha querida, são as leituras. o profissional deve ler. e vc lê bastante, tem autoridade. não sou adepto de explicar coisas por milagres ou dons. tudo se desenvolve e porque se gera inclinação. leia bem o que lhe vou dizer: suas poesias não precisam de aprovação de ninguém. vc está completa. escreve porque sente, e com necessidade. parabéns, pequenina gigantesca!
sobre a poesia de agora,ela é bem escrita, no ritmo gostoso que vc sabe, e na coisa leve que vc tem. um jeito pacato de chegar e dizer. é encantadora, traz sempre o gosto de sua terra, de suas coisas... vc me lembra cora coralina na simplicidade.
1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
gente tão pacata
ResponderExcluirabrigando dores
de cidade grande
Olá...estou ajudando a uns amigos a divulgar um projeto..Gostaria que você participar dele...
ResponderExcluirMe manda um email pra crica100@hotmail.com..
eu te envio um release do projeto logo em seguida...
Agradecida
É a mesma cidade em que vivo...
ResponderExcluirlindo
ResponderExcluirai. que dor.
ResponderExcluirOlha, Mariana, não sei até que ponto esses poemas tão dolorosos são expressão da sua vida "fora da página" [espero que o mínino possível], mas esses poemas recentes estão maravilhosos.
ResponderExcluir"A cidade sou eu" Drummond
ResponderExcluirSimplesmente lindo!
ResponderExcluirUm bjo no coração.
Mariana, vim segundo a trilha aberta por Katiuscia, lá no facebook.
ResponderExcluir"é preciso / ir devagar / com os cuidados" também em se tratando de poesia. Para que se abarque cada uma das devidas dimensões do sentir: "tanto", "pequeno", "muito".
Um sorriso inteiro, um peito crivado do profundo e do suave. Suave coisa.
Gostei demais! Prossigo em viagem, a ler.
Beijo,
As cidades e o seu texto me encantam. Bj
ResponderExcluirsão imensas as cidades...
ResponderExcluire, nelas, às vezes, não cabe mais tanta dor...
sua poesia é sentida, mariana.
admiro.
Toda cidade é pequena... pra tanta dor.
ResponderExcluiracho que conheço essa cidade. Muito bonito o poema, Mariana. Bjão
ResponderExcluirMariana,
ResponderExcluirSeu poema me arrebatou.
"é uma cidade muito pequena
para caber tanta dor"
Das coisas mais imensas, de tão profundamente belas, que já li.
Um beijo, poetisa.
.
.
.
Katyuscia
mariana, muita coisa já aconteceu para vc saber que é uma profissional disto. publicações, diversos comentários de gente competente.
ResponderExcluiro que faz o profissional, minha querida, são as leituras. o profissional deve ler. e vc lê bastante, tem autoridade. não sou adepto de explicar coisas por milagres ou dons. tudo se desenvolve e porque se gera inclinação. leia bem o que lhe vou dizer: suas poesias não precisam de aprovação de ninguém. vc está completa. escreve porque sente, e com necessidade. parabéns, pequenina gigantesca!
sobre a poesia de agora,ela é bem escrita, no ritmo gostoso que vc sabe, e na coisa leve que vc tem. um jeito pacato de chegar e dizer. é encantadora, traz sempre o gosto de sua terra, de suas coisas... vc me lembra cora coralina na simplicidade.
um grande abraço!
mais um seu admirador.
Até na dor há beleza...
ResponderExcluirBjos.
Suave Coisa, cadê vc?
ResponderExcluirEstou com saudade
"Eu grito aqui
ResponderExcluirEu sonho aqui
Eu morro..."
Mariana,
ResponderExcluirminha amiga secreta do ano ano passado,
que poema mais lindo!
As maiores distâncias
se alojam dentro de nós.
Um beijo,
Doce de Lira
PS: seu espaço está incluído
entre minhas "delícias alheias"!
Quem diria que as cidades pequenas tem dor assim! Eu nasci em uma. Sabe, a dor é mais perto.
ResponderExcluirBeijos.
de tanto ler-te, poeta mariana botelho, essa cidade começou a arder, também, em mim.
ResponderExcluirevoé!
admiração do seu colega tertuliano,
o roberto.
sabe, leio vc a pouco tempo. a sua poesia dá medo em mim (dá em mim uma sensação de perda). entre uma e outra frase tem um abismo.
ResponderExcluirabraços
eu cheguei aqui por causa de maria muadiê e adorei o seu lirismo.
ResponderExcluir