quinta-feira, 1 de julho de 2010

I.

acredite pai
como dói esse braço de mar

muito mais que sua ausência

II.

nunca foi boi
nunca te doeu
um pasto na alma

são estas coisas --
muito mais
do que seus olhos

14 comentários:

  1. marreta
    e
    brasa

    o clamor
    da lâmina
    aguçada
    vem desde sua forja

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  2. oi, mariana,
    conheci sua poesia através do blog ellenismos, da nina rizzi, depois de li no suplemento literário de minas. o que dizer dos seus versos? "poesia pura", como queria aquela geração maravilhosa de espanhóis.
    abraço.
    marize castro

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  3. nana, eu amo os teus olhos. amo como enxerga os teus sentires.

    tua poesia me arrebata e deita e derrama.

    beijos.

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  4. JF, menino,

    ce fez uma baita poesia comentando.

    beijo

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  5. rara,

    que bom que andou por estes caminhos. me encontrou na casa da nina, olha que bacana! seja sempre bem vinda e obrigada pelo olhar.

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  6. nina, menina,

    admiração mútua. adoro o seu olhar também.

    um xêro, trem.

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  7. Que bom saber que você gostou, moça Mariana. =)

    =*

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  8. os casos a gente constrói. saber se existiram... não é preciso! de qualquer forma foram sentidos

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  9. em que foi que me doi tanto
    para aprender a doer deste jeito?

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  10. mariana,
    sua poesia é mais sublime a cada dia.

    beijo

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  11. "Louco!"

    Saudades, Mari.

    Chêro!

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  12. Ouvi o grito do meu pai
    apartando os bezerros
    numa outra vida...
    (a infância é uma outra vida)

    A poesia na ponta dos dedos, Mariana.

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  13. Algo de Manoel de Barros outro tanto de Guimarães Rosa.
    O rural, o bucólico feito universal.
    Beleza de doer!

    Beijão.

    Ricardo Maineiri

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