oi, mariana, conheci sua poesia através do blog ellenismos, da nina rizzi, depois de li no suplemento literário de minas. o que dizer dos seus versos? "poesia pura", como queria aquela geração maravilhosa de espanhóis. abraço. marize castro
1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
marreta
ResponderExcluire
brasa
o clamor
da lâmina
aguçada
vem desde sua forja
oi, mariana,
ResponderExcluirconheci sua poesia através do blog ellenismos, da nina rizzi, depois de li no suplemento literário de minas. o que dizer dos seus versos? "poesia pura", como queria aquela geração maravilhosa de espanhóis.
abraço.
marize castro
nana, eu amo os teus olhos. amo como enxerga os teus sentires.
ResponderExcluirtua poesia me arrebata e deita e derrama.
beijos.
JF, menino,
ResponderExcluirce fez uma baita poesia comentando.
beijo
rara,
ResponderExcluirque bom que andou por estes caminhos. me encontrou na casa da nina, olha que bacana! seja sempre bem vinda e obrigada pelo olhar.
nina, menina,
ResponderExcluiradmiração mútua. adoro o seu olhar também.
um xêro, trem.
Que bom saber que você gostou, moça Mariana. =)
ResponderExcluir=*
os casos a gente constrói. saber se existiram... não é preciso! de qualquer forma foram sentidos
ResponderExcluirem que foi que me doi tanto
ResponderExcluirpara aprender a doer deste jeito?
mariana,
ResponderExcluirsua poesia é mais sublime a cada dia.
beijo
"Louco!"
ResponderExcluirSaudades, Mari.
Chêro!
Ouvi o grito do meu pai
ResponderExcluirapartando os bezerros
numa outra vida...
(a infância é uma outra vida)
A poesia na ponta dos dedos, Mariana.
Algo de Manoel de Barros outro tanto de Guimarães Rosa.
ResponderExcluirO rural, o bucólico feito universal.
Beleza de doer!
Beijão.
Ricardo Maineiri
Muito bom, Nana.
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