1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
como tudo que a gente cria
ResponderExcluircomo a nossa poesia
são do mundo
e no mundo
serão
soltos
:)
ResponderExcluirA gente as vezes se ilude mesmo, Nana. ahahaha
Um bjo em seu coração, saudades.
nada é nosso.
ResponderExcluirExcepto tudo o que tem futuro!
os filhos?
são o nosso ser
eu não tenho filho
ResponderExcluirmas já os odeio
porque amar como pai é falta de originalidade.
rs
um abração e
beijos.
Nunca o são.
ResponderExcluireu pensava que a lua fosse queijo
ResponderExcluire que era o amor doce deleite
ora a lua não passa de satélite
e ao final triste amor
farinha
(está no "de lua")
de pensar, morreu um burro... risos
besos
Essa sua fluidez de pensamentos - esses sussurros de alma - me deixa sem fala.
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