1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
(capuccino com chantilly vai bem.) =)
ResponderExcluirquente
ResponderExcluirardente
fervente
dissolve(-se)
bem
o que é doce
Ah! A propósito... Legal poder ler escritos teus, depois de tanto tempo. Já estava sentindo falta! =)
ResponderExcluirSó os feras aqui!!!
ResponderExcluirAdorei!!
Um bjo Nana.
trezentos mil poemas que você ainda vai escrever!
ResponderExcluirseus poemas me ardem. e os ellenizo.
ResponderExcluirbeijos.
que ardam
ResponderExcluirtodos os poemas
se não arder não vale
beijo, mariana.
sempre muito bom.
ResponderExcluirArdentemente.
abraço pra você,
Ana
Ar
ResponderExcluirDente na carne.