nossa, nanuda, toda vez que eu te leio penso, como o título do blogue cabe em teus poemas; são tão suaves e delicados, como um chocalate delcioso de se derretar na boca e ficar sonhando...
Mariana, estou vindo lá da Martha Galrão, a Maria Muadiê. Vim conhecer seu espaço. Nossa, quanta beleza! Gostei. Principalmente deste poema, que me pareceu original, triste e belo. Abraço.
vim agradecer "pessoalmente" o presente lá no B7C. Eu que visito esse seu lugar leve coisa nenhuma há muito tempo de maneira quieta, fiquei muito feliz. beijos
1(...) perdoai, amigos, meu linguajar de símbolos tão velados
2. :bailarinos inábeis executando seus primeiros passos num palco gigantesco (sem bordas) sem aplausos — sós nós e uma valsa sem memória a ecoar (a ecoar a ecoar) por toda parte
e não há tempo para temer e não há tempo para chorar: a Valsa não tem perdões, obriga-nos a valseá-la a Valsa não sabe nomes, envolve-nos nos braços a Valsa ela mesma não se chama Valsa — perdoai, amigos, falar-vos nesta linguagem há algo em mim que quer brotar com força: talvez um simples poema talvez (perdoai) apenas esta vontade, imensa, de falar.
A poesia dói dentro de mim como quando meu pai podava a parreira eu ia vendo caírem as folhas eu ia vendo caírem as folhas e ninguém sabia como os ramos derramavam os sons dolorosos
A delicadeza de sempre;
ResponderExcluirfina tapeçaria
de sons e sentimentos.
Beijos.
maravilha!!!!
ResponderExcluiraline
Bonita a tua sempre poesia, mesmo querendo esquecer: caminhe.
ResponderExcluirMariana,
ResponderExcluirMuito bom!
Abração,
Adriano Nunes.
nossa, nanuda, toda vez que eu te leio penso, como o título do blogue cabe em teus poemas; são tão suaves e delicados, como um chocalate delcioso de se derretar na boca e ficar sonhando...
ResponderExcluircaraca, eu te amo.
eu só concordo com esse povo aí de cima :-)
ResponderExcluirMariana, estou vindo lá da Martha Galrão, a Maria Muadiê. Vim conhecer seu espaço. Nossa, quanta beleza! Gostei. Principalmente deste poema, que me pareceu original, triste e belo. Abraço.
ResponderExcluirA capacidade de dizer tanto com tão poucas palavras. Muito belo!
ResponderExcluirUm beijo
seria diferente
ResponderExcluira minha vida
se eu pudesse esquecer
como voltar
e não tivesse medo
de ir qualquer lugar
Poema muito sensível, menina. FEliz 2010 pra vc!
ResponderExcluirvim agradecer "pessoalmente" o presente lá no B7C. Eu que visito esse seu lugar leve coisa nenhuma há muito tempo de maneira quieta, fiquei muito feliz.
ResponderExcluirbeijos
Meus pés às vezes querem ser asas. As suas letras as têm. Parabéns.
ResponderExcluirtão sincero isso...
ResponderExcluirAndo com estas pernas...
ResponderExcluirbeijo, Mariana.
Sim, a capacidade de dizer tanto com tão pouco. Gosto demais daqui. Beijo!
ResponderExcluirRepeteco no Balaio.
ResponderExcluirHoje.
Um cheiro.
Ahhh moça,
ResponderExcluirque belo poema; sempre bom passear por aqui...nunca canso;)
bjo
muito lindo, isto, mariana!
ResponderExcluiruma tristeza tão delicada...
e se esquecem o caminho
onde te levam
estas pernas do fim do dia?
bonito isso hein, senti aqui, um pouco de drummond, de leminsk e um pouco de cecilia! parabens
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