domingo, 24 de julho de 2011

sexta-feira, 22 de julho de 2011

finalmente em casa. finalmente com endereço. finalmente enfim, a vida tem um começo de novo.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

hoje acordou chovendo aqui nesse padre paraíso. fiquei pensando no que podia ser um dia de chuva, nesses dias que não sabem se são inverno ou não. eu tava com saudade desse friozinho, então eu digo que um dia de chuva, assim, pode ser alegria. e dei bom dia a esse dia bonito.

sábado, 25 de junho de 2011

e há uma mulher que de repente quer calar-se. e não pode.
estranha liberdade essa, dos humanos.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Nem o que é nosso nos pertence.

(Salgado Maranhão)

domingo, 19 de junho de 2011

calar e serenar as marés.

calar é serenar as marés?

segunda-feira, 13 de junho de 2011




"entrei na pequenina casa para o dom absoluto de minha pessoa".

pagu

sábado, 11 de junho de 2011

laços nos dedinhos

* aprender a ser mais generosa comigo.
* aprender a não olhar as coisas como um bloco, mas celebrar cada coisa, no seu tempo.
* aprender que um teto se constrói, como se constrói uma estrada.
* eu não estou sozinha.
* "então pare de doer, meninazinha boba".

quarta-feira, 8 de junho de 2011

fiz o que pude para acreditar.

(pagu)
estou voltando a essa casa, gente. e é com alegria. já sentia falta de falar e estar aqui. não que eu tenha me calado, mas fui conversar em outra freguesia, subindo e descendo ladeira, a vida real urge, o sol é forte na nossa moleira. mas o coro do guimarães fica reboando no oco que o cansaço causa: é preciso ter coragem. retomo essa casa, vou tirar as teias de aranha, tentar fazer sopa pra ficar tudo quentinho, chá, pão de queijo, barulho de crianças correndo pela casa. nem é novidade que a gente tem que ter coragem pra tudo, nem é novidade que eu vivo subindo e descendo ladeira e não é a primeira vez que eu volto pra casa. mas é sempre bom. volto sem a menor vontade de fazer disso algo estruturado, disciplinado, bonitinho, organizado. quero falar, não só poesia, nem só de poesia, mas repleta dela, porque o chão tem pedra, mas o céu é azul.


segunda-feira, 30 de maio de 2011